Neutralização CO2

Atualmente qualquer pessoa pode sentir na pele que algo errado está acontecendo com o nosso clima. Em nossa região podemos observar chuvas intensas ocasionando enchentes como a ocorrida em novembro de 2008 alternado com períodos de seca extrema, sem falar nas grandes tempestades, furacões e tufões que tem causado grandes prejuízos ao nosso Estado. Não só podemos sentir o aumento do calor como também está cientificamente comprovado que entre os anos de 1998 e 2007, ocorreram sete dos dez anos mais quentes registrados desde 1850. O aquecimento global provoca mudanças em todo o sistema climático da Terra. Muitas dessas alterações são perigosas e atingem principalmente as pessoas mais pobres. Elas ficam mais expostas a enchentes, secas, tempestades, furacões, ondas de calor e epidemias.
A maior parte das atividades humanas provoca a emissão de gases do efeito estufa os chamados GEE que intensificam o fenômeno conhecido como efeito estufa e consequentemente contribuem para o aquecimento da terra. Um dos principais gases de emissões de GEE devido aos desmatamentos e queimadas na Amazônia.
Ações emergenciais devem ser tomadas a nível de Brasil e de mundo na busca por conter os desmatamentos e de utilizar uma matriz energética mais limpa. Enfim, de buscar um modelo de desenvolvimento sustentável. Além dessas medidas, existem as medidas paliativas de compensação das emissões por meio de projetos que reduzam ou seqüestrem o carbono que pode ser realizado por uma empresa, instituição, indústria e até mesmo por uma única pessoa que é o caso do seqüestro florestal de carbono para neutralizar as emissões no todo ou em partes enquanto se planeja a redução.
A neutralização atua como um agente temporal enquanto se busca medidas e alternativas para reduzir as emissões na fonte geradora. Trata-se de uma ação voluntária como forma de mitigar as emissões dos GEEs.



